<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener("load", function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <iframe src="http://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID=3130456206145852982&amp;blogName=Revista+Fraude&amp;publishMode=PUBLISH_MODE_BLOGSPOT&amp;navbarType=BLUE&amp;layoutType=CLASSIC&amp;searchRoot=http%3A%2F%2Frevistafraude.blogspot.com%2Fsearch&amp;blogLocale=pt_BR&amp;homepageUrl=http%3A%2F%2Frevistafraude.blogspot.com%2F" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" frameborder="0" height="30px" width="100%" id="navbar-iframe" allowtransparency="true" title="Blogger Navigation and Search"></iframe> <div></div>

Festa de lançamento da Revista Fraude #6

quarta-feira, 19 de novembro de 2008



         A Revista Fraude surgiu há quatro anos como experimentação editorial desenvolvida pelos integrantes do Petcom, Programa de Educação Tutorial da Faculdade de Comunicação da UFBA. Mesmo deixando de ser mera experimentação, a revista mantém seu caráter experimental ao explorar diferentes maneiras de (re)criar o conteúdo de uma revista de cultura.

O lançamento do sexto número da Fraude acontecerá no dia 28 de novembro, às 18h, no bar Balcão, Rio Vermelho. A partir das 22h, a banda Os Mizeravão subirá ao palco para agitar a noite. De Roberto e Erasmo a Black Sabbath e Gloria Gaynor, de Balão Mágico e Fábio Jr a Ramones e Menudos: desde 98, Os Mizeravão fazem essa mistura musical com bastante rock, cara-de-pau e bom humor. Na entrada do show, será cobrado um ingresso no valor de R$13,oo.

A produção soteropolitana de revistas de jornalismo cultural era incipiente. Foi pensando numa saída para esse limbo editorial que surgiu a Fraude. De início, procurava-se brincar com os grandes ícones e símbolos culturais de modo a demonstrar que nada havia de verdadeiro nesse “mercado” e que sobrava espaço apenas para plágios, decalques, um dizer firme sobre promessas que nunca seriam realizadas. Ao mesmo tempo, o pastiche funcionava como ironia e celebração da cultura baiana, brasileira e cosmopolita. Hoje, a revista evoluiu. Suas propostas desenvolvem o experimentalismo ligado ao design das páginas e aos textos sem recorrer, necessariamente, à idéia de fraude. Assim mesmo, não se perdeu a noção de que "alguma coisa está fora da ordem".

Em edições anteriores, já foram abordadas questões referentes à moda, ao mercado de videogames, à literatura, aos quadrinhos de horror, ao cenário alternativo de música soteropolitana, entre outros assuntos. Dessa vez, trazemos uma verdadeira viagem ao universo digital colaborativo, assim como recontamos o (não mais) tradicional empreendimento de um escritor para consolidar sua carreira e trazemos também à baila tendências do mercado de arte, como a toy art e a animação publicitária. Além desses exemplos, será possível conferir muito mais no sexto número da Fraude.

Quem produz inteiramente a revista são os membros do Petcom. O programa mantido pelo MEC concede bolsas para alunos dedicados a desenvolver – no âmbito pessoal, do grupo e da universidade – o tripé: ensino, pesquisa e extensão.

leave a comment