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fraudes carregando...

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A Revista Fraude não surge via abiogênese. Por detrás da produção da revista, o que envolve escrita dos textos, diagramação, divulgação e lançamento, há doze bolsistas, uma tutora e associados. Essa equipe é responsável por todo o trabalho que envolve a revista, exceto impressão do material. A partir de hoje, quinzenalmente, você conhecerá diretamente quem são os “fraudadores” e como eles se organizam para a criação da revista.

Divisão de trabalho

A produção de matérias é responsabilidade de todos os participantes da revista. Para trabalhos mais específicos, há três equipes de trabalho, definidas ainda no primeiro semestre de 2008. São elas:

Equipe de produção: Formada pelos bolsistas João Araújo, Carolina Guimarães e Cíntia Guedes. É a equipe que realiza o lançamento da revista. Para isso, desde antes do término dos textos da publicação, suam a camisa buscando possíveis financiadores do evento, um local para sediá-lo e uma banda pra descontrair o clima na noite de lançamento.


Equipe de produção, discutindo o plano de captação de recursos para festa


Equipe de diagramação: São os responsáveis pela beleza da capa e das páginas internas da Fraude. O trabalho da equipe começa logo que os textos estão finalizados e envolve várias semanas de concentração e criação. Seus membros são os bolsistas Rodrigo Lessa, Alana Camara, Jéssica Passos, Marcel Ayres, Samuel Barros e o ex-bolsista e amigo Tarcízio Silva.


Equipe de assessoria: Faz os banners, releases e press kits que divulgam o lançamento da revista. É também responsável pelo blog e pela comunidade do Orkut. A equipe trabalha tão logo quanto possível, com estratégias que variam com a proximidade do evento. São membros os bolsistas Caio Sá Telles, Hortência Nepomuceno, Marcelo Lima e Paula Janay.


Assessoria da Fraude em reunião descontraída



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A necessidade de comunicar

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Na Fraude #3, publicada no ano de 2005, em uma das matérias da revista, foi tematizada a maneira como os jovens se comunicavam na Internet, as mudanças de hábito e as mudanças de comportamento que essas tecnologias proporcionaram, o que Marina Novelli, autora da matéria, chamou de Síndrome da Comunicação. Os sintomas dessa síndrome seriam a redução da noção de tempo, a tendência à auto-multiplicação, a aceleração dos processos digitais,  e a neurose da checagem. Confira a matéria na íntegra e baixe a Fraude #3, nesse link.

De lá pra cá, o número de usuários da Internet cresceu exponecialmente e, segundo dados de 2007, 15 milhões de pessoas estão utilizando a rede no Brasil . Não ter Orkut ou MSN é para raros. A mudança mais notável nesses três anos é que, atualmente, não é mais necessário todo aquele ritual de ir ao local em que há conexão, sentar à frente de um computador para estar dentro da rede. Os celulares, agora, possibilitam o acesso de qualquer lugar. As tecnologias móveis mudaram e tem o potencial de mudar as formas como nos comunicamos. Podemos acessar o MSN do celular, tanto como o Orkut, ou qualquer outra rede social.

Falando em rede social...  Nós nem queríamos, mas a Macaquicha, esse símio do sexo feminino que tomamos como mascote da Fraude nos governa, então, criamos perfis para a nossa mascote temperamental em toda a sorte de redes sociais: Facebook, Multiply, Orkut, Twitter, Last.fm etc, etc ad infinitum. Nos adicionem!

Dizem que existe essa gente, yeah!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Quando o pau-de-arara tropicalista se assentou no cenário musical do eixo Rio – São Paulo, ainda década de 60, pularam da boléia os baianos que traziam sua nova forma de fazer canção. O movimento conjugava aspectos antagônicos, sintetizando as contradições culturais vividas pelo Brasil: o novo marcava encontro com aquilo que havia sido deixado para trás no curso do tempo, as cores do país eram misturadas às influências estrangeiras que o invadiam.

À época de seu exílio em Londres, Caetano Veloso chegou a contribuir com alguns textos para O Pasquim, periódico brasileiro que se destacava como um dos principais veículos de oposição ao regime militar. Mais tarde, quando o líder do movimento já estava de volta ao país, esse mesmo jornal iniciou uma postura de ataque contra a Tropicália, lamentando a “invasão” do Rio de Janeiro pelos artistas baianos. Assim, surgiu uma das alcunhas mais geniais da história da música popular brasileira: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia foram apelidados de “baiunos” por um dos críticos de arte do jornal.

Certa vez, Jorge Mautner disse que Jesus Cristo havia sido o verdadeiro bárbaro – o doce bárbaro, pois ele conseguiu acabar com o Império Romano usando de armas como o amor e o perdão. A referência não só serviu para alguns versos da canção Os Mais Doces Bárbaros que diz “Com amor no coração/ Preparamos a invasão/ Cheios de felicidade/ Entramos na cidade amada” e, adiante, parafraseia Mautner com “Doce bárbaro Jesus”; mas também para dar nome a um projeto que mataria as saudades de Bethânia. Desde os shows Nós, por exemplo e Mora na Filosofia, a cantora sentia muita falta do tempo em que os quatro trabalhavam juntos em Salvador.

Embora muita gente não perceba ou não queira acreditar, os Doces Bárbaros jamais se pretenderam a um grupo musical propriamente dito, senão, sê-lo de maneira artificial. Naquela época, a escolha pela artificialidade ironizava a incoerência do modelo brasileiro de vida, efeito catastrófico dos processos acelerados de modernização e urbanização que, por sua vez, criavam uma carapaça plástica de desenvolvimento sobre um miolo podre de contradições.

3ª Edição do Festival Software Livre

quarta-feira, 17 de setembro de 2008


Nos dias 3 e 4 de outubro será realizado a 3ª Edição do Festival Software Livre - DF promovido pela ATA - Associação de Tecnologias Abertas e pela UCB - Universidade Católica de Brasília.

Há grandes expectativas para esta edição, espera-se a presença de mais de 2000 pessoas participando da programação. Haverá cerca de 70 eventos entre palestras, tutoriais, oficinas, práticas, cases de sucesso, maratonas e encontros de comunidades.

Até o momento está confirmada a presença do palestrante Jon Maddog, diretor executivo da Linux International e o SERPRO como patrocinador oficial. o objetivo do evento é reunir profissionais, estudantes e adeptos do Software Livre num só local, promovendo assim a interatividade e distribuição de conhecimento entre as partes.

Para outras informações acesse o site www.festivalsoftwarelivre.org, mande um e-mail para marketing@festivalsoftwarelivre.org ou ligue para (61) 3223-0995.

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O mais escuro dos cinemas

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Ah, os filmes pornôs e a cultura erótica! Atire a primeira pedra quem nunca se aventurou por esse mundinho de prazeres áudio-visuais (vide a cara de danadinha da nossa ilustração). A Fraude já andou circulando nessa temática, e não foi só uma vez. Nossos arquivos estão aí para provar.

Na segunda edição da revista, em dezembro de 2004, lá estava Tiago Felix, com a matéria “O mais escuro dos cinemas” (pg. 34), comentando sobre a indústria erótica. Desde Marquês de Sade até a Madonna. Das grandes produções de filmes pornôs, às exibições decadentes dos cinemas eróticos de Salvador.

O que mudou em quatro anos? De 2004 para 2008, a indústria pornográfica só cresceu. E hoje a moda são as sub-celebridades tentando alavancar a carreira, e ganhar um dinheirinho, estrelando filmes pornôs. Aqui no Brasil tivemos o prazer de ver Rita Cadilac, Alexandre Frota, Leila (quem?) Lopes e a Lacraia penetrando (no caso de Alexandre Frota, literalmente) no mercado de cinema pornográfico.

No processo de definição das matérias do número 6 da Revista Fraude tentamos descobrir como e quem fazia a produção baiana de vídeos pornôs. A resposta veio rápida, primeiro com a notícia de que a pauta havia caído e a matéria não iria sair: praticamente não há produção comercial e empresas que atuem profissionalmente na Bahia. Peninha.

Mas isso não quer dizer que a putaria pare por aí. Quem se interessa pelo assunto pode conferir na Revista Metrópole como funciona e quem freqüenta os cinemas de exibição de filmes eróticos /pornográficos que existem na capital baiana.

As editorias da Fraude 6

terça-feira, 9 de setembro de 2008

As fraudes que cometemos desde 2004 estão cada vez mais sofisticadas. Em sua última edição lançada, a Fraude 5, a revista contou com editorias que facilitaram a estruturação e coerência interna da publicação, agrupando conteúdos similares de forma a prover uma melhor leitura.

A Fraude 6, a ser lançada em novembro próximo, repetirá a fórmula que deu certo e oxalá continuará mantendo o mesmo sucesso. Para você que não conheceu as editorias da Fraude 5, confira as descrições delas abaixo:


· Economia da Cultura: Um espaço para discutir o chamado “mercado da cultura”. Aqui entram as matérias sobre negócios que envolvem artistas e a venda de sua arte, estabelecimentos voltados para a cultura, editais públicos e toda sorte de movimentação cultural organizada e sua estrutura econômica.


· Cotidiano: Acontecimentos extraordinários que surgem da rotina diária; perfis de pessoas que povoam o dia-a-dia de Salvador e discussão sobre arte pop ou outros assuntos da cultura popular. Esses assuntos se encontram na editoria Cotidiano: textos de leitura leve que atiçam a curiosidade.


· Imaginando: Nas páginas dessa editoria desfilam o conteúdo experimental e de alguma forma “mais livre”, da revista. É o espaço para matérias em formatos menos convencionais e uso maciço de ilustrações e fotografias, podendo até não haver texto algum presente.


· Ciber: Tranqueiras tecnológicas estão tão presentes em nossas vidas que muitas vezes não mais nos surpreendem. No entanto, uma investigação ou reflexão mais detida pode nos revelar como nossas relações sociais e cultura são transformadas pelo avanço da internet e dos itens digitais e cibernéticos. Os resultados dessa averiguação estão em Ciber.


· Preliminares: Uma coletânea de textos curtos, como drops mastigáveis: prazerosos e ligeiros. Geralmente dotados de bom-humor, os textos de Preliminares costumam despertar interesse para temas amplos, apesar da pequenez de seu tamanho.

Nós, por exemplo

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Para quem perdeu o módulo 3 de Química Geral, não custa nada lembrar da lei que orquestra os átomos da matéria em qualquer reação química: “Na natureza, nada se cria. Tudo se transforma”. Mesmo que o enunciado não passe de uma redução forçosa para espremer Lavoisier no conteúdo programático do ensino fundamental, o jargão é um dos trunfos mais poderosos em meio ao marasmo criativo da pós-modernidade.

Por exemplo, em arte, o ready-made é uma estratégia que vai muito-bem-obrigado. Marcel Duchamp assinou um mictório sob o título de “Fonte” e, ao questionar o caráter canônico da arte histórica por meios de trabalhos como esses, acabou se tornando famoso. Oswald de Andrade, do lado de cá da imensidão atlântica, fazia colagens de textos clássicos com a saliva corrosiva de seu humor irônico e... Voilà! Também se banhou no estrelato. Dos stencils de Andy Warhol às incontáveis referências na obra musical de Caetano Veloso, todos eles sabem que fazer Fraude é um ótimo negócio.


E nós também sabemos disso. Inclusive, já estamos caminhando para a sexta edição. Confira as novidades desse próximo número e as curiosidades que envolvem toda a história da revista Fraude aqui no blog.

Vem aí!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Revista Fraude #6