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O mundo dos quadrinhos independentes

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Responda rápido: você acha que é fácil publicar uma revista em quadrinhos no Brasil? Errou quem disse que sim e acredita que para colocar uma HQ em circulação basta fazer alguns rabiscos com uma história qualquer em mente. Não é de hoje que os quadrinhistas de todo o país têm dificuldade para encontrar uma editora que se interesse e publique os seus suados trabalhos.

Mas, há uma luz no fim do túnel e uma alternativa se apresenta: o mundo dos quadrinhos independentes. Essa nova realidade, de publicações independentes, tem começado a representar a concretização da vontade de uma grande parcela dos artistas de HQ: ver os seus trabalhos circulando e sendo lidos por aí.

Certo é que uma das maiores complicações encontradas pelos quadrinhistas independentes é a venda e distribuição de seus quadrinhos, mas eles não parar por qualquer dificuldade. A movimentação começa a aumentar para que eles se tornem cada vez mais visíveis.

Curioso para saber quais alternativas o mundo dos quadrinhos independentes tem encontrado para sobreviver e não permanecer em segundo plano? Com o lançamento da Fraude 7, na sexta-feira, dia 27/11, às 19h, no River's Pub, todas as dúvidas poderão ser sanadas.

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Cortes de Alfaiataria

domingo, 22 de novembro de 2009

Quem nunca ouviu falar que os cortes feitos pelos alfaiates nas suas oficinas de produção são precisos e perfeitos? Tida como uma arte, a alfaiataria nada mais é do que os atos de cortar e coser tecidos. Esses profissionais são especializados, na maioria das vezes, em criar roupas masculinas: fazem ternos, calças, coletes e tantas outras peças.

Mas uma coisa deve ser ressaltada: todo o trabalho da alfaitaria é feio artesanalmente. Não existem pedidos em larga escala, as roupas são feitas de acordo com as preferências e medidas do cliente.

O trabalho dos alfaiates surgiu na Europa, entre os séculos XII e XIV, quando a roupa deixou de ser um mero artefato para esconder o corpo, e passou a representar o status social das classes. As exigências, então, eram enormes. Os mestres alfaiates deveriam atender aos desejos e as necessidades de vestuário da sociedade, criando roupas cheias de detalhes e precisão. A arte da alfaiataria começava a se consolidar.

Se você não é tão a favor do modelo de roupa “pronto-a-vestir” e pede por personalização nas suas vestimentas, aguarde a Fraude 7. A nova edição trará surpresas de corte e costura.

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Topa ouvir um livro?

sábado, 14 de novembro de 2009


Faz muito tempo que as leituras em voz em alta ou as gravações tornaram-se uma coqueluche. Na Idade Média, as leituras eram, quase em sua maioria, feitas em voz alta. As pessoas reuniam-se em volta de belas moçoilas para ouvir os contos lidos por elas. A Idade Moderna não dispensou o hábito, e permaneceu com a tradição: poesias, livros e cartas eram constantemente declamados.

Ao chegar a Primeira Guerra Mundial, as leituras das obras literárias não eram mais ao vivo, e sim, gravadas. Naquele tempo, as peças radiofônicas tornaram-se sensações, por um motivo um tanto quanto penoso: os discos narrativos eram colocados para tocar com o intuito de entreter os soldados que tinham perdido a visão nas batalhas.

Algumas poucas famílias ainda mantém o costume de ler os 'clássicos contos infantis' para as crianças, antes de elas irem dormir. A macaquicha é mais moderna e não é muito adepta desse tipo de conto. Por isso, ela solicita que a Fraude 7 seja gravada como um audiolivro para que ela possa ouvir constantemente na sua selva reunida com a macacada.

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